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Tenista romena faz Cirurgia Plástica e entra no TOP 5 mundial

By News

Em 2008 a tenista romena Simona Halep conquistou aos 16 anos o título juvenil de Roland Garros, um dos torneios mais tradicionais do mundo. Apesar da carreira promissora, a jovem tinha um inimigo difícil de ser batido: seus seios maiores do que a média, que lhe causavam dores nas costas, reduziam sua mobilidade e prejudicavam seu desempenho. Foi então que Simona resolveu realizar uma cirurgia plástica de redução de mamas.

Foto antes da cirurgia plástica de redução de mamas.
Crédito da foto: Reprodução UOL/Getty Images

A tenista passou pelo procedimento aos 17 anos. Com um corpo mais proporcional e funcional graças à cirurgia plástica, Simona continuou a traçar sua trajetória de sucesso. Há um ano era a 57ª do ranking mundial e, quando voltou a disputar o torneio de Roland Garros – desta vez como profissional – já era a 4ª colocada. Fez um excelente torneio e acabou subindo mais uma posição, atingindo a 3ª colocação no ranking e recebendo elogios da imprensa especializada por sua evolução técnica.

Imagens após a cirurgia plástica de redução de mamas. Crédito da foto: Reprodução UOL Esportes/Getty Images

Este é um belo exemplo de como a cirurgia plástica pode devolver ou melhorar aspectos funcionais do corpo. É impossível dizer se ela manteria o mesmo desempenho sem ter feito a cirurgia, mas como a própria Simona afirmou que ela faria o procedimento mesmo sem ser tenista, deve ter feito grande diferença em sua vida.

Como nós sempre dizemos por aqui: cirurgia plástica é muito mais do que estética! Quer conhecer outros exemplos? Cliqueaqui e aqui.

Com informações do UOL Esporte. Leia a matéria completa aqui.

Cirurgia para homens

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É cada vez mais comum homens, de todas as idades e de todas as classes sociais, se submeterem à cirurgia plástica por razões estéticas. Os principais objetivos dos homens incluem nariz mais proporcional, rosto rejuvenescido e cintura menos marcada.

Saiba mais em: http://migre.me/hErgb

Cirurgia plástica entre idosos

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Será que o aumento da expectativa de vida leva a procura por mais cirurgias plásticas? Você faria uma quando chegasse à melhor idade?

Esta é uma pergunta interessante na medida em que o Brasil vê sua população envelhecer e começa a se preparar para uma nova realidade, em que idosos serão parte cada vez maior da sociedade – de acordo com previsões do IBGE o número de pessoas com mais de 65 anos deve ser de 58,4 milhões e a expectativa de vida deverá passar de 75 anos para 81 em 2060.

Uma pesquisa feita em Porto Alegre com pessoas com mais de 60 anos mostrou que 70% delas sentem alguma insatisfação corporal. Os homens gostariam de estar mais fortes e as mulheres mais magras. Com a autoimagem em baixa é comum que eles se descuidem: não fazem exercícios, são relapsos na hora de tomar medicamentos, se alimentam mal. Ou seja, envelhecem com menos qualidade de vida.

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Neste cenário a cirurgia plástica pode ser uma forma de resgatar a autoestima de pessoas mais velhas e ajudá-las a ter uma vida melhor. Uma reportagem publicada pelo New York Times mostra que o número de pessoas acima de 65 que realizaram cirurgias plásticas aumentou: em 2010 foram 84.685 procedimentos, entre eles o lifting facial, cirurgias de pálpebr, redução de mama, lifting de mama e mamoplastia de aumento.

Os motivos para a busca variam. Alguns desejam se manter ativos no mercado de trabalho e desejam ter uma aparência mais jovial, outros buscam novos parceiros e querem se sentir mais atraentes e também há aqueles que acreditam que seus corpos devem ter aparência condizente com sua mente ativa e ainda jovem.

Mary Graham, de 77 anos, foi uma das entrevistadas na matéria. A dona de restaurante fez um lifting de face e implante de prótese mamária. “Eu trabalho sete dias por semana. Eu queria parecer tão jovem quanto eu me sinto”, explicou a empresária.

É claro que há uma questão de segurança. Se em toda cirurgia há riscos, em pacientes mais velhos a tendência é que isso se agrave. Alguns estudos analisaram os riscos do lifting de face em pessoas acima de 65 e concluíram que não há diferença substancial entre os riscos para uma pessoa mais velha do que para uma jovem (leia aqui e aqui, ambos em inglês).

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No entanto outros procedimentos que requerem anestesias gerais podem representar riscos maiores. Pacientes com mais idade pode demorar mais para se recuperar e os resultados podem não durar tanto tempo quanto em pessoas mais jovens. Isso levanta algumas questões sobre os benefícios reais versus os riscos envolvidos.

Enquanto o debate médico e social ocorre para decidir se a cirurgia plástica é recomendável e qual o papel do idoso na sociedade, o número de cirurgias continua a subir. O que você acha disso? Se fosse mais velho, faria uma? E por quê? Comente!

Com informações do New York Times e do IG Saúde.

Técnicas de tatuagem 3D reconstroem mamilos após mastectomias

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Um estudo publicado na revista Plastic and Reconstructive Surgery, publicada pela Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, trouxe uma nova perspectiva para mulheres que passam por mastectomias e desejam realizar a reconstrução mamária: o uso de técnicas de tatuagem 3D para recriar mamilo e auréola. A técnica dispensa a realização de um novo procedimento cirúrgico e traz resultados estéticos superiores.

O uso de tatuagens não é exatamente novo para completar a reconstrução. Antes os próprios cirurgiões faziam o trabalho, usando uma cor mais clara para a auréola e outra mais escura para o mamilo. No entanto, com a evolução da tatuagem, foram desenvolvidas técnicas capazes de recriar com incrível realismo, inclusive com a projeção do mamilo e as glândulas de Montgomery da auréola.

“A técnica de reconstrução 3D do mamilo é, em nossa opinião, um avanço significativo na busca por resultados estéticos melhores para mulheres que realizam reconstrução mamária”, afirmaram os autores do estudo.

Outro fato ressaltado é que a técnica pode ser usada para outras áreas do corpo também, como nos lábios e sobrancelhas depois de uma reconstrução facial.

Veja um exemplo e comente abaixo: fica incrível, não?

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Crédito da foto: Reprodução/Plastic and Reconstructive Surgery

Com informações do site da ASPS (leia aqui em inglês) e do Plastic and Reconstructive Surgery (leia aqui em inglês).

Casamentos, mãos e selfies: nova tendência de cirurgia plástica

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Mais uma vez, voltamos ao assunto selfies e cirurgia plástica. Já falamos sobre como as mídias sociais impulsionam o número de procedimentos realizados e como impactam adolescentes e jovens. Agora surgiu uma nova tendência: procedimentos na mão para tirar selfies de anéis de noivado.

É isso mesmo: de acordo com o New York Times, o número de mulheres que procuram cirurgiões para fazer preenchimentos nas mãos e tirar o famigerado “selfie perfeito” aumentou. Afinal, o momento sonhado e tão aguardado precisa de uma foto a altura, sem marcas de sol, veias salientes ou aparência óssea das mãos.

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“Absolutamente. O surgimento das mídias é uma razão pela qual as pessoas estão fazendo toneladas de procedimentos, não apenas nas mãos”, explicou um dos cirurgiões entrevistados pelo jornal. “Uma vez que você vê como sua mão fica em uma tela de computador ou smartphone você passa a reparar em coisas que antes não eram um problema”, completou outro cirurgião.

Como sempre, o assunto levanta polêmica. O diretor de beleza da Brides Magazine, influente revista britânica especializada em casamentos, afirma que investir neste procedimento não é a melhor opção. Já as noivas, discordam: “Eu quero minhas mãos perfeitas para as fotos”, afirmou uma entrevistada.

E você, o que acha? Deixe seu comentário! Se quiser mais sobre procedimentos para mão, clique aqui e visite o site da SBCP.

Com informações do New York Times. Leia a matéria original aqui (em inglês).

Crédito da foto: space_monkey via Compfight cc

Cirurgia Plástica devolve rosto a criança de dois anos

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A notícia é de 2012, mas mostra que a Cirurgia Plástica pode dar a algumas pessoas a chance de viver normalmente após uma grave acidente. Este foi o caso de um garoto de dois anos, atacado por um cachorro enquanto brincava na rua, sob os olhares dos avós. Partes das bochechas, nariz e lábios haviam sido arrancados pelo animal. O rosto da criança estava desfigurado.

O caso foi encaminhado para o Hospital das Clínicas em São Paulo. Era uma situação sem precedentes na história da instituição. De acordo com os responsáveis pela cirurgia, a idade da criança dificultava um procedimento reconstrutivo porque os vasos, veias e artérias eram muito finos. Foram seis horas de cirurgia para reconstruir o rosto do garoto e depois mais quatro para corrigir a circulação de sangue no local.

Reprodução/IG Saúde/Arquivo Pessoal

Reprodução/IG Saúde/Arquivo Pessoal

Até a alta foram 10 dias de recuperação. O garoto não teve nenhuma seqüela e, graças a cirurgia plástica, terá a chance de levar uma vida normal, falando, comendo e utilizando plenamente as funções da boca.

Leia a história completa e veja um infográfico das etapas da cirurgia aqui. Com informações do IG Saúde.