{"id":3403,"date":"2015-02-23T17:00:29","date_gmt":"2015-02-23T17:00:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.cirurgiaplastica.org.br\/?p=3403"},"modified":"2015-02-23T17:00:29","modified_gmt":"2015-02-23T17:00:29","slug":"exercicio-e-bom-para-a-saude-mas-sem-exageros-e-melhor-ainda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/exercicio-e-bom-para-a-saude-mas-sem-exageros-e-melhor-ainda\/","title":{"rendered":"Exerc\u00edcio \u00e9 bom para a sa\u00fade, mas sem exageros \u00e9 melhor ainda"},"content":{"rendered":"<p>Quanto mais exerc\u00edcios melhor, certo? Pense duas vezes: um estudo publicado por pesquisadores dinamarqueses no prestigiado Journal of The American College of Cardiology sugere o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>O estudo durou 12 anos e envolveu mais de cinco mil pessoas. Destas, 1098 praticavam corrida e 3950 n\u00e3o praticavam. H\u00e1bitos como o tabagismo, consumo de \u00e1lcool, presen\u00e7a de diabetes, problemas no cora\u00e7\u00e3o e idade foram levados em considera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www2.cirurgiaplastica.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/691-BX.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"OLYMPUS DIGITAL CAMERA\" src=\"http:\/\/www2.cirurgiaplastica.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/691-BX-300x295.jpg\" width=\"300\" height=\"295\" \/><\/a><\/p>\n<p>O resultado \u00e9 surpreendente: apesar de o sedentarismo n\u00e3o levar a uma vida saud\u00e1vel, os que praticavam a corrida de forma moderada apresentaram riscos de mortalidade menor do que os corredores mais intensos.<\/p>\n<p>Quem dedicava de 1 a 2,4 horas por dia para o exerc\u00edcio apresentou 71% menos chances de mortalidade do que os sedent\u00e1rios que n\u00e3o corriam. No entanto, os pesquisadores tamb\u00e9m compararam o risco entre os corredores. As pessoas que corriam menos de uma hora por semana apresentaram um risco de mortalidade 53% menor. Corredores que praticavam o exerc\u00edcio de 2,5 horas a 4 horas por semana n\u00e3o apresentaram vantagem significativa em compara\u00e7\u00e3o aos sedent\u00e1rios.<\/p>\n<p>Em termos de freq\u00fc\u00eancia, a quantidade ideal de corrida foi de duas a tr\u00eas vezes por semana. Esses corredores tiveram risco 68% menor do que os sedent\u00e1rios saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>J\u00e1 sobre a velocidade, quem corria devagar apresentou um risco de mortalidade 49% menor do que os sedent\u00e1rios. Os que corriam r\u00e1pido tiveram \u00edndices de risco semelhantes aos que n\u00e3o praticam o exerc\u00edcio.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o dos cientistas parece confirmar o velho ditado de que tudo em excesso faz mal: o alto risco de mortalidade est\u00e1 nos extremos dos espectros, quem n\u00e3o corre ou quem corre de mais.<\/p>\n<p>Corredores menos intensos acabaram se posicionando no centro, em uma situa\u00e7\u00e3o com grandes benef\u00edcios e sem esfor\u00e7os exagerados.<\/p>\n<p>Nunca ouviu falar disto antes? Isso porque voc\u00ea n\u00e3o leu sobre o estudo feito em 2012 pelo Aerobics Center Longitudinal Study (ACLS) que indicou que pessoas que corriam menos de 30 km por semana conseguiam mais impactos positivos em sua sa\u00fade do que os que superavam esta dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Outro estudo, conduzido em 2014 pela Cooper Clinic, do Texas, mostrou resultados similares. Os pesquisadores tamb\u00e9m levaram em considera\u00e7\u00e3o condi\u00e7\u00f5es como diabetes, hipertens\u00e3o, sa\u00fade mental e peso.<\/p>\n<p>E ent\u00e3o, que tal encontrar o equil\u00edbrio na busca pela sa\u00fade?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.empowher.com\/fitness\/content\/less-exercise-can-bring-greater-benefits-research-says?page=0,1\" target=\"_blank\"><i>Com informa\u00e7\u00f5es do EmpowHER. Leia o original e veja as fontes das pesquisas.<\/i><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.stockvault.net\/photo\/101292\/women-jogging\" target=\"_blank\"><em>Cr\u00e9dito da foto: Stockvault<\/em><\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quanto mais exerc\u00edcios melhor, certo? Pense duas vezes: um estudo publicado por pesquisadores dinamarqueses no prestigiado Journal of The American College of Cardiology sugere o contr\u00e1rio. 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