{"id":3516,"date":"2015-05-11T16:40:49","date_gmt":"2015-05-11T16:40:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.cirurgiaplastica.org.br\/?p=3516"},"modified":"2015-05-11T16:40:49","modified_gmt":"2015-05-11T16:40:49","slug":"o-futuro-da-cirurgia-plastica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/o-futuro-da-cirurgia-plastica\/","title":{"rendered":"O Futuro da Cirurgia Pl\u00e1stica"},"content":{"rendered":"<p>O artigo abaixo, publicado no Wall Street Journal, foi escrito pelo diretor da divis\u00e3o de pl\u00e1stica facial e reconstrutiva do Johns Hopkins Medicine e co-diretor da equipe de transplante facila do Johns Hopkins, um dos centros m\u00e9dicos mais conceituados do mundo.<\/p>\n<p>FUTURO<\/p>\n<p>*<br \/>\nComo ser\u00e1 a cirurgia pl\u00e1stica est\u00e9tica e reconstrutiva daqui a 30 anos? Acho que \u00e9 interessante considerarmos o lado da oferta \u2013 quais tecnologias ir\u00e3o existir nas pr\u00f3ximas tr\u00eas d\u00e9cadas \u2013 e o lado da demanda \u2013 o que as pessoas precisar\u00e3o?<\/p>\n<p>Atualmente os cirurgi\u00f5es pl\u00e1sticos oferecem um leque de op\u00e7\u00f5es que era inimagin\u00e1vel para as gera\u00e7\u00f5es anteriores, j\u00e1 que a inova\u00e7\u00e3o acelerou conforme a demanda. Avan\u00e7os na engenharia de tecidos, transplantes de m\u00e3os e de face, e uma variedade estonteante de \u201cprodutos biol\u00f3gicos\u201d (materiais reconstrutivos derivados de organismos vivos) se tornaram normais na \u00e1rea de cirurgia pl\u00e1stica nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>Em 30 anos a engenharia de tecidos personalizada permitir\u00e1 que estruturas f\u00edsicas (orelhas, traqu\u00e9ias e pele, por exemplo) poder\u00e3o ser criadas em laborat\u00f3rio e implantadas com sucesso para restaurar funcionalidades e formas. Tamb\u00e9m ser\u00e1 poss\u00edvel controlar melhor o sistema imunol\u00f3gico, o que permitir\u00e1 o transplante de estruturas complexas (membros, rostos, etc) para um n\u00famero maior de pacientes, mesmo aqueles que tiveram partes do corpo removidas por causa de c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>Pequenos implantes usar\u00e3o condu\u00e7\u00e3o el\u00e9trica e materiais novos para restaurar o movimento de \u00e1reas paralisadas. Avan\u00e7os m\u00e9dicos poder\u00e3o desacelerar ou at\u00e9 mesmo reverter o processo de envelhecimento, incluindo os sinais externos da idade. Estes avan\u00e7os render\u00e3o tratamentos farmac\u00eauticos e diet\u00e9ticos que modificar\u00e3o a apoptose celular (morte programa das c\u00e9lulas) assim como a quebra do col\u00e1geno da pele e de outros tecidos moles que resultam na apar\u00eancia envelhecida.<\/p>\n<p>Cada uma dessas inova\u00e7\u00f5es ir\u00e3o estimular a demanda adicional por tratamento, j\u00e1 que prestadores buscar\u00e3o solu\u00e7\u00f5es para pacientes com deformidades e disfun\u00e7\u00f5es causadas por traumas, c\u00e2nceres e m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o cong\u00eanita.<\/p>\n<p>A demanda n\u00e3o \u00e9 est\u00e1tica, \u00e9 claro. O n\u00famero de fraturas faciais graves nos \u00faltimos anos caiu gra\u00e7as a leis que obrigam o uso do cinto de seguran\u00e7a ou de air-bags em autom\u00f3veis. Ser\u00e1 que os carros aut\u00f4matos (que n\u00e3o precisam de motoristas) mudar\u00e3o a pr\u00e1tica de cirurgi\u00f5es no futuro? Avan\u00e7os nos tratamentos de c\u00e2ncer reduzir\u00e3o a necessidade de cirurgias pl\u00e1sticas reconstrutivas? Podemos esperar que sim.<\/p>\n<p>Uma fonte de demanda n\u00e3o ir\u00e1 mudar, no entanto. O desejo de parecer jovem e atraente n\u00e3o ser\u00e1 abatido. Daqui a 30 anos haver\u00e1 uma demanda muito maior do que agora conforme nossa sociedade n\u00e3o apenas envelhece,mas fica mais velha com maior vitalidade do que antes.<\/p>\n<p>Fonte: The Wall Street Journal<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O artigo abaixo, publicado no Wall Street Journal, foi escrito pelo diretor da divis\u00e3o de pl\u00e1stica facial e reconstrutiva do Johns Hopkins Medicine e co-diretor da equipe de transplante facila&#8230;<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":2938,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3516","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3516","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3516"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3516\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3516"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3516"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3516"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}