{"id":3543,"date":"2015-05-26T14:44:03","date_gmt":"2015-05-26T14:44:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.cirurgiaplastica.org.br\/?p=3543"},"modified":"2018-05-21T12:30:51","modified_gmt":"2018-05-21T15:30:51","slug":"porque-voce-deveria-tentar-exercicios-com-o-peso-corporal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/porque-voce-deveria-tentar-exercicios-com-o-peso-corporal\/","title":{"rendered":"Porque voc\u00ea deveria tentar exerc\u00edcios com o peso corporal"},"content":{"rendered":"<p>Tend\u00eancias fitness v\u00eam e v\u00e3o, mas um tipo de exerc\u00edcio parece ser resistente \u00e0s mudan\u00e7as na \u00e1rea: o treino com o peso corporal. Mas o que \u00e9 isso, exatamente?<\/p>\n<p>\u201cExerc\u00edcios com o peso corporal s\u00e3o feitos sem nenhum tipo de resist\u00eancia externa ou cargas no corpo\u201d, explica \u00e0 reportagem do Washington Post Mike Fantigrassi, instrutor m\u00e1ster na National Academy of Sports Medicine. \u201cSem el\u00e1sticos de resist\u00eancia ou pesos\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"753\" src=\"http:\/\/www2.cirurgiaplastica.org.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/753-300x225.jpg\" width=\"450\" height=\"337\" \/><\/p>\n<p>Alguns exerc\u00edcios envolvem o m\u00ednimo de equipamento como faixas de suspens\u00e3o TRX para fazer barras ou bolas Bosu para o equil\u00edbrio. Mas, segundo Fantigrassi, voc\u00ea pode faz\u00ea-los em qualquer lugar.<\/p>\n<p>Outro benef\u00edcio deste tipo de treino \u00e9 uma abordagem integral do exerc\u00edcio. Em outras palavras, ao inv\u00e9s de isolar um m\u00fasculo ou um grupo muscular, o treino apenas com o peso do corpo envolve muitas partes do corpo. Por exemplo, flex\u00f5es trabalham o peitoral, os ombros, os bra\u00e7os e os m\u00fasculos abdominais.<\/p>\n<p>Eles tamb\u00e9m tendem a exigir mais equil\u00edbrio e coordena\u00e7\u00e3o. Pense em como seu corpo age ao executar polichinelos ou agachamentos em uma perna s\u00f3 em compara\u00e7\u00e3o ao uso de um equipamento como o leg-press em academias.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode pensar, ent\u00e3o, como \u00e9 poss\u00edvel progredir para uma vers\u00e3o mais exigente do treino sem o uso de pesos externos. Mas isso \u00e9 f\u00e1cil, de acordo com um especialista ouvido pela reportagem.<\/p>\n<p>Por exemplo, como progredir a partir de um agachamento b\u00e1sico: algu\u00e9m que est\u00e1 fora de forma poderia come\u00e7ar sentando e levantando de uma cadeira. Outra pessoa melhor condicionada poderia come\u00e7ar a fazer agachamentos com pulos, adicionando movimentos r\u00e1pidos e de explos\u00e3o, conhecidos como pliometricos.<\/p>\n<p>De forma similar, pessoas que desejam trabalhar os membros superiores podem come\u00e7ar com flex\u00f5es assistidas, colocando as m\u00e3os em um banco e os p\u00e9s no ch\u00e3o. Uma pessoa mais forte poderia progredir fazendo flex\u00f5es com palmas ou at\u00e9 mesmo com apenas uma m\u00e3o.<\/p>\n<p>Para movimentos de puxar, como barras, uma op\u00e7\u00e3o exigente seria fazer o exerc\u00edcio sem nenhum tipo de assist\u00eancia, o que exigiria os m\u00fasculos abdominais, os ombros, os bra\u00e7os, ante-bra\u00e7os e as m\u00e3os, assim como a base p\u00e9lvica, usada para evitar que as pernas tremam. Portanto, n\u00e3o pense que exerc\u00edcios com o peso corporal ser\u00e3o f\u00e1ceis: ginastas fazem este tipo de exerc\u00edcios.<\/p>\n<p>\u201cEu acredito que exerc\u00edcios com o peso do corpo s\u00e3o para todos\u201d, explica Elizabeth Brooks, especialista na mat\u00e9ria do Washington Post. \u201cVoc\u00ea precisa apenas aprender a manipular o treino e as repeti\u00e7\u00f5es para progredir em certos movimentos\u201d, completa.<\/p>\n<p>H\u00e1 algumas limita\u00e7\u00f5es. Brooks, uma ex-fisiculturista, avisa que se voc\u00ea quiser b\u00edceps grandes o treino com peso corporal n\u00e3o ir\u00e1 oferecer isso, especificamente.<\/p>\n<p>Por outro lado, este tipo de exerc\u00edcio pode ser desafiador de mais para pessoas obesas ou sem condicionamento, de acordo com Fantigrassi. Ele tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 indicado para prevenir contra a osteoporose \u2013 neste caso, o especialista afirma que \u201cainda daria exerc\u00edcios de resist\u00eancia para pessoas mais velhas\u201d.<\/p>\n<p>De forma geral \u00e9 dif\u00edcil treinar a parte superior do corpo apenas com o peso corporal a menos que voc\u00ea j\u00e1 seja muito forte, afirma Fantigrassi. Nem todos conseguem fazer uma barra ou flex\u00e3o e manter a boa forma, por exemplo, mas a maioria consegue fazer um\u00a0 supino com halteres leves.<\/p>\n<p>Brooks est\u00e1 de acordo com esta vis\u00e3o e afirma que, no fim, a quest\u00e3o \u00e9 ajustar o treino \u00e0 necessidade e capacidade do cliente. A ex-fisiculturista, inclusive, utiliza exerc\u00edcios com peso corporal para diagnosticar o que a pessoa precisa. \u201cSe eles n\u00e3o conseguem fazer um agachamento, por diria a eles para fazerem um leg press?\u201d, afirma.<\/p>\n<p>\u201cExerc\u00edcios com peso corporal comp\u00f5e uma base capaz de qualificar as pessoas a irem para o pr\u00f3ximo n\u00edvel\u201d, explica Brooks. \u201cA beleza deste tipo de treino n\u00e3o \u00e9 a sofistica\u00e7\u00e3o. Ele foca nas necessidades ao inv\u00e9s dos aparelhos. Eu amo exerc\u00edcios de peso corporal\u201d, finaliza Brooks.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.washingtonpost.com\/lifestyle\/wellness\/why-you-should-try-body-weight-exercises\/2015\/04\/21\/2eb7f84e-e2f0-11e4-81ea-0649268f729e_story.html\" target=\"_blank\"><em>Com informa\u00e7\u00f5es do Washington Post. Leia a mat\u00e9ria completa aqui.<\/em><\/a><\/p>\n<p><i>Cr\u00e9dito da foto: S\u00e9bastian Rouet (via Flickr \/ CC BY NC ND 2.0)<\/i><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tend\u00eancias fitness v\u00eam e v\u00e3o, mas um tipo de exerc\u00edcio parece ser resistente \u00e0s mudan\u00e7as na \u00e1rea: o treino com o peso corporal. Mas o que \u00e9 isso, exatamente? \u201cExerc\u00edcios&#8230;<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3543","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3543","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3543"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3543\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5016,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3543\/revisions\/5016"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3543"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3543"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3543"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}