{"id":4407,"date":"2017-03-24T12:55:12","date_gmt":"2017-03-24T12:55:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.cirurgiaplastica.org.br\/?p=4407"},"modified":"2017-03-24T12:55:12","modified_gmt":"2017-03-24T12:55:12","slug":"expectativas-irreais-na-cirurgia-plastica-a-melhor-forma-de-lidar-com-elas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/expectativas-irreais-na-cirurgia-plastica-a-melhor-forma-de-lidar-com-elas\/","title":{"rendered":"Expectativas irreais na Cirurgia Pl\u00e1stica &#8211; A melhor forma de lidar com elas."},"content":{"rendered":"<p>Todo cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico convive diariamente com pacientes que entram em seus escrit\u00f3rios a procura de resultados que n\u00e3o podem ser alcan\u00e7ados com cirurgias: desejo de se parecer com suas celebridades favoritas, salvar um relacionamento, curar sua depress\u00e3o ou v\u00e1rias outras raz\u00f5es n\u00e3o ideias. Depois de mostrar o poss\u00edvel resultado, por meio de imagens de antes e depois, muitos pacientes acabam percebendo que \u00e9 necess\u00e1rio repensar em suas expectativas e se conformar com o resultado. Mas o que fazer com aqueles que j\u00e1 v\u00eam para consulta movidos por raz\u00f5es erradas?<br \/>\nN\u00e3o \u00e9 complicado diagnosticar pacientes que sofrem de algum problema de sa\u00fade que os impede de realizar cirurgias pl\u00e1sticas: anorexia nervosa, diabetes e dist\u00farbios hemorr\u00e1gicos, por exemplo. No entanto, fatores n\u00e3o f\u00edsicos acabam sendo caracter\u00edsticas menos not\u00e1veis e podem passar despercebidas. Esses pacientes com \u201csegundas inten\u00e7\u00f5es\u201d se tornam os mais prov\u00e1veis a n\u00e3o se sentirem satisfeitos ap\u00f3s a cirurgia por conta de esperarem resultados irreais, e isso acaba prejudicando a publicidade do m\u00e9dico e sua cl\u00ednica, j\u00e1 que pacientes descontentes n\u00e3o fazem boa propaganda.<br \/>\nPara evitar realizar procedimentos em pessoas que esperam \u201co imposs\u00edvel\u201d \u00e9 importante fazer as perguntas certas e estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o m\u00e9dico-paciente s\u00f3lida. As melhores perguntas logo de in\u00edcio s\u00e3o as mais abertas (em vez de simplesmente \u201csim\u201d e \u201cn\u00e3o\u201d) e os t\u00f3picos tratados devem ser: o que o paciente quer mudar, o porqu\u00ea dessa mudan\u00e7a e o que ir\u00e1 mudar na vida dele ap\u00f3s o procedimento. \u00c9 com essa conversa que fica mais f\u00e1cil identificar a motiva\u00e7\u00e3o por tr\u00e1s do pedido, analisar se \u00e9 um desejo pessoal ou uma forma de agradar outra pessoa, seja no trabalho ou vida pessoal.<br \/>\nOuvir atentamente o que \u00e9 dito e n\u00e3o dito \u00e9 essencial. Quando a pessoa se sente \u00e0 vontade para confiar no doutor ela ir\u00e1 dizer (direta ou indiretamente) o que \u00e9 preciso para que ele decida se ir\u00e1 operar ou n\u00e3o. Mesmo se o m\u00e9dico decidir n\u00e3o realizar a pl\u00e1stica, ele pode recomendar algum procedimento n\u00e3o cir\u00fargico e menos invasivo, outras orienta\u00e7\u00f5es como medicamentos ou simplesmente uma mudan\u00e7a no estilo de vida com atividades f\u00edsicas e uma alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel.<br \/>\nDado vindo da Sociedade Internacional de Cirurgia Pl\u00e1stica Est\u00e9tica (ISAPS) diz que cerca de 30% dos pacientes s\u00e3o rejeitados por um cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico por n\u00e3o terem expectativas reais. Por isso, na hora da decis\u00e3o o mais importante s\u00e3o os questionamentos: a cirurgia solicitada pode ser feita com seguran\u00e7a? Existem mais chances de sucesso ou de fracasso?<br \/>\nFonte: Sociedade Internacional de Cirurgia Pl\u00e1stica Est\u00e9tica (ISAPS)<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todo cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico convive diariamente com pacientes que entram em seus escrit\u00f3rios a procura de resultados que n\u00e3o podem ser alcan\u00e7ados com cirurgias: desejo de se parecer com suas celebridades&#8230;<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":3401,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":{"0":"post-4407","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4407","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4407"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4407\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4407"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4407"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4407"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}