{"id":7760,"date":"2021-02-18T11:52:18","date_gmt":"2021-02-18T14:52:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.cirurgiaplastica.org.br\/?p=7760"},"modified":"2021-02-18T11:53:35","modified_gmt":"2021-02-18T14:53:35","slug":"registros-de-queimaduras-por-aguas-vivas-crescem-quase-nove-vezes-no-carnaval-de-2021-no-litoral-norte-gaucho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/registros-de-queimaduras-por-aguas-vivas-crescem-quase-nove-vezes-no-carnaval-de-2021-no-litoral-norte-gaucho\/","title":{"rendered":"Registros de queimaduras por \u00e1guas-vivas crescem quase nove vezes no Carnaval de 2021 no Litoral Norte ga\u00facho"},"content":{"rendered":"<div id=\"fws_69da694e9f126\"  data-column-margin=\"default\" data-midnight=\"dark\"  class=\"wpb_row vc_row-fluid vc_row\"  style=\"padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; \"><div class=\"row-bg-wrap\" data-bg-animation=\"none\" data-bg-animation-delay=\"\" data-bg-overlay=\"false\"><div class=\"inner-wrap row-bg-layer\" ><div class=\"row-bg viewport-desktop\"  style=\"\"><\/div><\/div><\/div><div class=\"row_col_wrap_12 col span_12 dark left\">\n\t<div  class=\"vc_col-sm-12 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding\"  data-padding-pos=\"all\" data-has-bg-color=\"false\" data-bg-color=\"\" data-bg-opacity=\"1\" data-animation=\"\" data-delay=\"0\" >\n\t\t<div class=\"vc_column-inner\" >\n\t\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t\t\n<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t<h3><span style=\"color: #205d91;\"><strong>Em 2020, o s\u00e1bado e o domingo do per\u00edodo de folga registraram 340 casos, enquanto que neste ano foram 2.992<br \/>\n<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><em>Por Eduardo Paganella<\/em><\/p>\n<p>O n\u00famero de veranistas com queimaduras provocadas por \u00e1guas-vivas cresceu quase nove vezes no Carnaval de 2021 nas praias do Litoral Norte, na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado. Dados da Opera\u00e7\u00e3o Ver\u00e3o compilados pelo Corpo de Bombeiros apontam que, em 2020, o s\u00e1bado e o domingo de folia registraram 340 casos. No mesmo per\u00edodo deste ano, foram 2.992 ocorr\u00eancias por queimaduras.<\/p>\n<p>Conforme o chefe de opera\u00e7\u00f5es do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, major Isandr\u00e9 Antunes, al\u00e9m do clima mais firme em 2021, o n\u00famero de veranistas entrando na \u00e1gua aumentou significativamente.<\/p>\n<p>\u2014 O comportamento neste ano parece ser mais agressivo. As pessoas est\u00e3o ficando mais tempo na \u00e1gua \u2014 disse Antunes.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o n\u00famero de a\u00e7\u00f5es preventivas dos guarda-vidas passou de 5,6 mil no Carnaval passado para mais de\u00a0 19,2 mil em 2021. De acordo com o ocean\u00f3grafo da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) Renato Nagata, uma possibilidade \u00e9 que o mar esteja menos revolto no litoral ga\u00facho em 2021, o que faz os animais se aproximarem mais da costa.<\/p>\n<p>\u2014 Uma hip\u00f3tese \u00e9 que, com a \u00e1gua menos revolta, sem grandes ondula\u00e7\u00f5es, esses animais se deslocam para mais perto na \u00e1gua. Com essa situa\u00e7\u00e3o de haver mais banhistas, a incid\u00eancia de maior n\u00famero de registros \u00e9 prov\u00e1vel \u2014 destacou.<\/p>\n<p><strong>O que fazer em caso de queimadura por \u00e1gua-viva<\/strong><\/p>\n<p>Em reportagem de dezembro, Eduardo Chem, cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico e diretor do Banco de Pele da Santa Casa de Miseric\u00f3rdia de Porto Alegre, orientou que a primeira coisa a se fazer ao sentir que foi queimado por uma m\u00e3e d\u2019\u00e1gua \u00e9 sair do mar e procurar abrigo em um local que n\u00e3o pegue sol. Em seguida, \u00e9 preciso lavar a ferida com \u00e1gua salgada \u2014 do mar mesmo \u2014, passar vinagre para neutralizar a toxina liberada pelo animal e fazer com que ela n\u00e3o se espalhe.<\/p>\n<p>Soro fisiol\u00f3gico e solu\u00e7\u00e3o de bicarbonato de s\u00f3dio com \u00e1gua tamb\u00e9m podem ser utilizados no primeiro momento, salienta a dermatologista do Hospital de Cl\u00ednicas de Porto Alegre, Lia Dantas. A \u00e1gua doce (da torneira ou mineral) n\u00e3o deve ser utilizada, pois aumenta a libera\u00e7\u00e3o de veneno dos tent\u00e1culos do animal e piora a queima\u00e7\u00e3o e a dor.<\/p>\n<p>\u2014 Nunca se deve esfregar a ferida ou ficar no sol, tem que procurar uma sombra, sair da praia \u2014 enfatiza Chem.<\/p>\n<p>Lia refor\u00e7a ainda que o \u00e1lcool gel ou l\u00edquido, que tem sido essencial neste \u00faltimo ano, n\u00e3o \u00e9 recomendado para esse tipo de situa\u00e7\u00e3o, pois pode queimar ainda mais a pele que j\u00e1 est\u00e1 machucada. A \u00e1gua gelada e a urina tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o eficientes.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso retirar os tent\u00e1culos que, por ventura, permane\u00e7am grudados na pele. No entanto, essa retirada deve ser feita com uma pin\u00e7a ou algum objeto semelhante que possa ser utilizado, e nunca com a m\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Ga\u00facha Zero Hora &#8211; GZH<br \/>\n<a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/comportamento\/verao\/noticia\/2021\/02\/registros-de-queimaduras-por-aguas-vivas-crescem-quase-nove-vezes-no-carnaval-de-2021-no-litoral-norte-ckl73yt1v00ak019w9cu9lvjr.html\">Leia a mat\u00e9ria no site<\/a><\/p>\n\t<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n\n\t\t\t<\/div> \n\t\t<\/div>\n\t<\/div> \n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Em 2020, o s\u00e1bado e o domingo do per\u00edodo de folga registraram 340 casos, enquanto que neste ano foram 2.992 Por Eduardo Paganella O n\u00famero de veranistas com queimaduras provocadas...","protected":false},"author":1,"featured_media":7761,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":{"0":"post-7760","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7760","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7760"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7760\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7762,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7760\/revisions\/7762"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7761"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7760"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7760"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cirurgiaplastica.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7760"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}