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Ação Humanitária em Fortaleza

By Não categorizado

Realizadas 60 reconstruções mamárias na ação humanitária em Fortaleza

Por SBCP

A Regional Ceará com apoio da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Fundação IDEAH realizou mais uma ação humanitária em Fortaleza beneficiando 60 mulheres em cirurgia para reconstrução mamária devolvendo a essas pacientes auto-estima e o convívio social e profissional.

No dia 19 de setembro a comitiva de visita aos hospitais participantes foi composta por Pedro Martins-presidente Fundação IDEAH; Giovanni Bezerra Martins-presidente Regional Ceará; Claudio Cortez dos Santos-secretário regional e Harley Araujo Cavalcanti-tesoureiro regional e contou com ampla cobertura da imprensa. Esse trabalho social foi possível graças a doação dos implantes mamários pela empresa Motiva e pela colaboração dos cirurgiões e residentes da SBCP.

Hospitais participantes:

  • Hospital Universitário Walter Cantídio – UFCE
  • Hospital da Mulher
  • Hospital Geral de Fortaleza
  • Hospital Geral Dr. César Cals
  • Hospital Fernandes Távora

BLOG: Livro que aborda o Transtorno Dismórfico Corporal será lançado em novembro

By News

Transtorno Dismórfico Corporal – A mente que mente busca apresentar o histórico do TDC, como identificar, neuro­anatomia, preocupações dismórficas corporais no contex­tos da cirurgia plástica, dermatologia, endocrinologia, nutrição clínica e estética, odontologia e ortopedia. Inclui também, como deve ser realizado a avaliação do transtorno, bem como o planejamento do tratamento.

LER MATÉRIA COMPLETA NO BLOG SBCP

1º Fórum Brasileiro de Ensino em Cirurgia Plástica

By News

O evento aconteceu nos dias 6 e 7 de setembro de 2018 no Grand Hyatt Hotel, em São Paulo.

Por SBCP

Em uma iniciativa inédita, a SBCP Nacional e a Regional São Paulo idealizam o 1º Fórum Brasileiro de Ensino em Cirurgia Plástica. Este grande evento científico acontece na Jornada Paulista Reconstrutiva e reúne todos os regentes de Serviços Credenciados, DESC, DEC, Capítulos e Comissões, para discutir a formação dos cirurgiões plásticos e ampliar o diálogo entre os regentes para melhorar a qualidade da formação em cirurgia plástica, inclusive a reconstrutora, e instrumentalizar o cirurgião para que possa enfrentar o mercado de trabalho e suas constantes mudanças.

Ação Humanitária no Rio de Janeiro e cidades do interior beneficia 220 pacientes

By Não categorizado

15 HOSPITAIS NA CAPITAL, 5 HOSPITAIS NO INTERIOR, 150 PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS

Por SBCP

No dia 31 de julho, foi realizada a IX Ação Humanitária da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica através do Departamento de Ação Social, da Fundação IDEAH e Regional Rio de Janeiro na Capital carioca e nas cidades de Itaboraí, Campos, Resende, Volta Redonda e Nova Friburgo com a realização de diversas cirurgias reparadoras e reconstrutivas aos pacientes que estavam a espera pelo S.U.S.

Esse trabalho social da SBCP que agrega conhecimento aos Residentes dos serviços credenciados participantes traz a tona triste realidade da saúde pública no Brasil, a demora e o descaso com os menos favorecidos que muitas vezes compromete a vida dessas pessoas.

Com exceção do Hospital da UFF, todos as instituições abaixo descritas foram visitadas pela comissão SBCP/F. IDEAH/REGIONAL RJ: estiveram presentes: Leandro Pereira-tesoureiro geral SBCP; Victor Adissi-diretor DAS; Pedro Martins-presidente F.IDEAH, André Maranhão-presidente regional RJ, Guilherme de Freitas-sec.reg. RJ, Bruno Herkenhoff-tesoureiro reg RJ e o coordenador de todo esse trabalho social, Sergio Bocardo.

Hospitais participantes:

FEDERAL DE IPANEMA
FEDERAL DA LAGOA
INCA
SERVIDORES DO ESTADO RJ
UFRJ-FUNDÂO
HFAG
SERVIÇO PROF. IVO PITANGUY
GRAFEÉ GUINLGLE
UERJ
BARATA RIBEIRO
HCE
MARCÍLIO DIAS
UFF

BLOG: “Desconfie de propagandas ostensivas”, entrevista com o Secretário da SBCP

By News

A morte da bancária Lilian Calixto (46), na semana passada, após um procedimento estético em um apartamento na
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, levanta uma série de questionamentos e deve chamar a atenção principalmente daqueles que querem mudar o corpo a qualquer custo.

A situação remete à reflexão, em primeiro lugar, sobre a perda de uma vida, atraída por ostensiva publicidade nas redes sociais, por um médico conhecido como “Dr. Bumbum”, que não era especialista e realizou o procedimento, com substância perigosa, em local inadequado. O PMMA (polimetilmetacrilato) usado causou complicações em pelo menos 17 mil em São Paulo, apenas em 2016,
estima uma pesquisa.

LER ENTREVISTA COMPLETA NO BLOG SBCP

SBCP alerta: somente médicos especialistas estão habilitados a realizar procedimentos estéticos e em locais apropriados

By Nota

Com base nos últimos acontecimentos, envolvendo óbitos de pessoas que passaram por procedimentos estéticos com médicos não especialistas em cirurgia plástica e em locais inadequados, a Sociedade Brasileira de Cirurgia
Plástica esclarece que medicina estética e congêneres não são especialidades médicas reconhecidas pelas entidades representativas dos médicos como a Associação Médica Brasileira (AMB) e Conselho Federal de Medicina (CFM).

Desde 2016, com a alarmante invasão da especialidade não apenas por médicos não especialistas como por não médicos, a SBCP criou o Projeto Nacional de Defesa da Especialidade, que, desde então, segue judicializando contra
profissionais que realizam procedimentos invasivos à especialidade, assim como denunciando na justiça práticas realizadas por estes não especialistas e que colocam muitas vidas em risco, resultando em casos como os noticiados nos últimos dias. A SBCP objetiva determinadamente a excelência ética e científica da Cirurgia Plástica, em prol da segurança da população.

O Título de Especialista em cirurgia plástica assegura a qualificação e formação científica do médico (por meio de mínimo 11 anos de estudo, treinamento e aperfeiçoamento), chancelados por órgãos oficiais (Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira, Ministério da Educação e SBCP).

Procedimentos estéticos invasivos ou cosmiátricos, devem ser realizados com indicação médica (médicos especialistas em Dermatologia e Cirurgia Plástica).

Diretoria Executiva
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Pacientes devem pesquisar sobre a qualificação de médicos

By News

É fundamental também saber mais sobre material usado e local do procedimento

Por O Globo

O fim trágico de Lilian Calixto chama atenção para os perigos de procedimentos estéticos realizados com profissionais que não são qualificados. O médico Denis Cesar Barros Furtado, conhecido nas redes sociais como Doutor Bumbum, não tem CRM no Rio, o que era obrigatório para atuar profissionalmente no estado, e está foragido.

As bioplastias com uso de polimetilmetacrilato (PMMA), um material sintético, também entrou na berlinda. O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Níveo Steffen, ressalta que, desde 2006, o Conselho Federal de Medicina alerta os médicos sobre o produto por não existirem estudos de longo prazo sobre seus efeitos no corpo humano. Uma das principais complicações é o aparecimento de granulomas ou calcificações, como reação a um corpo estranho.

— A população corre sérios riscos com os apelos fantasiosos, imorais e mentirosos de falsos profissionais. Nos glúteos, a aplicação é feita por injeção intramuscular, o que agrava os riscos, já que esta é uma região em que existem muitos vasos sanguíneos. Se a injeção atingir vaso, pode levar à embolia pulmonar e à morte. A substância também não é absorvida pelo corpo, e reações a longo prazo são imprevisíveis. As sequelas podem ser irreversíveis. Isso quando o paciente não morre — destaca ele. PRÓTESES SÃO MAIS INDICADAS O cirurgião plástico André Maranhão, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Regional do Rio, explica que a bioplastia é um preenchimento de uma região por algum material sintético para devolver volume, em especial quando há flacidez. São comuns as aplicações em glúteos e face. No entanto, a bioplastia não deve ser feita com PMMA e, para aumento de bumbum, não é a melhor opção.

— Os cirurgiões plásticos em geral preferem implantes de silicone ou fazer lipoescultura, que é a retirada de gordura de alguma área do corpo para injetá-la onde está faltando — diz ele.

O PMMA é um produto autorizado pela Anvisa para pacientes com HIV que tenham lipodistrofia facial (eles recebem aplicações em pequena quantidade).

— Para o glúteo, precisaria de um grande volume, o que não é seguro — ressalta.

Para Elvio Bueno Garcia, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Regional de São Paulo, o médico deve ter um consultório regulamentado, na prefeitura e na Anvisa. E procedimentos assim só podem ser realizados em clínicas credenciadas ou hospitais.

Ao operar, recomendação é buscar informações

Profissionais precisam comprovar registro e especialização na área

Ao buscar um local para realizar cirurgias estéticas, o interessado deve, segundo especialistas e entidades de classe, tomar algumas precauções básicas. A primeira orientação é checar se o médico responsável pelo procedimento tem cadastro ativo no Conselho Regional de Medicina do estado em questão. Além disso, recomenda-se buscar profissionais com especialização na área — as duas informações podem ser localizadas na página do órgão.

Ser filiado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica não é obrigatório, mas é outra forma de o paciente resguardar-se — mais uma vez, é possível fazer a checagem no site da entidade. Vale frisar que o procedimento deve ser feito em ambiente adequado, com todo o aparato necessário.

— Não se pode fazer abdominoplastias ou procedimentos na mama em local sem centro cirúrgico ou suporte para o caso de situações adversas — explica Nelson Nahon, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio (Cremerj).

Do ponto de vista administrativo, toda clínica deve ter exposto o alvará concedido pela prefeitura. Por fim, o paciente tem ainda o direito de exigir a apresentação da licença sanitária.