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Autoimagem: a insatisfação com o próprio corpo e a busca por procedimentos estéticos

By Nota

Quando se tem expectativas condiz.entes com a realidade e com consciência dos riscos, procedimentos estéticos, cirúrgicos ou não, podem ser benéficos para a qualidade de vida e para a autoestima. Quando há idealizações, porém, realizá-los pode ser uma decisão perigosa

O Brasil foi o país onde mais se fez cirurgias plásticas estéticas em 2019, segundo dados mais recentes da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, em inglês). Divulgada em 9 de dezembro de 2020, a pesquisa global da entidade aponta que, naquele ano, foram quase 1,5 milhão de procedimentos cirúrgicos no País. É o equivalente a 13,1% do total realizado em todo o mundo.

Lipoaspiração (15,5%), aumento de mama (14,1%) e abdominoplastia (10,4%) foram as cirurgias mais realizadas, seguidas por cirurgia de pálpebra (9,7%) e aumento de nádegas (7,7%). Quando a decisão por realizar esses ou outros procedimentos é tomada de forma responsável, com as expectativas condizentes com a realidade e com consciência dos riscos inerentes a toda intervenção, o resultado pode trazer benefícios para a qualidade de vida e para a autoestima dos pacientes.

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Nota de Esclarecimento

By Nota

Os implantes mamários têm sido utilizados por mais de 60 anos em todo o mundo e são os dispositivos médicos mais utilizados e estudados no mundo.

Nos últimos anos muitas pacientes têm buscado a cirurgia para retirada do implante mamário (explante), seja por mudança de estilo de vida (envelhecimento, ganho de peso, mudança de hábitos), seja por referirem apresentarem sintomas sistêmicos relacionados ao implante – breast implant illness (BII) ou “doença do silicone”. Em relação a esta condição:

  1. A síndrome de ASIA (síndrome autoimune-inflamatória induzida por adjuvante) foi descrita em 2011 por Schoenfeld e consiste em desenvolvimento de doenças autoimunes em indivíduos geneticamente predispostos como resultado de exposição a adjuvantes (por ex: vacinas e implantes de silicone). Muitos estudos estão sendo realizados para determinar a relação direta entre ASIA e implantes, e também quais seriam os indivíduos potencialmente predispostos;
  2. BII por sua vez é um conjunto de sintomas sistêmicos auto reportados por pacientes que apresentam implante de silicone (sintomas inflamatórios, articulações, pele, fadiga, alterações visuais, depressão entre centenas de outros). Nas redes sociais comumente qualquer sintoma/efeito relacionado a implante de silicone é tratado como BII, embora possa ter outro agente desencadeador;
  3. A falta de dados científicos não permite concluir relação direta do BII com implantes de silicone;
  4. Não existem exames para diagnosticar BII;
  5. Não existem técnicas especiais para a realização de explante, e sim uma combinação de técnicas utilizadas em cirurgia mamária habitualmente utilizadas em cirurgia mamária;
  6. Em pacientes com sintomas sistêmicos não existe evidência científica comprovando melhora destes sintomas com a retirada do implante e da cápsula;
  7. Em pacientes com sintomas sistêmicos e que se decidiram pelo explante a capsulectomia total pode ser realizada sempre que não oferecer risco adicional a paciente;
  8. Capsulectomia em bloco é reservada para casos de câncer e não se aplica para condições benignas;
  9. FDA (Food and Drug Administration) acrescentou as caixas do implante um aviso em setembro de 2020:
  10. Implantes mamários não são vitalícios;
  11. Implantes mamários foram associados ao desenvolvimento de um câncer do sistema imunológico chamado BIA-ALCL. Algumas pacientes já morreram de BIA-ALCL;
  12. Pacientes com implantes mamários têm reportado uma série de sintomas sistêmicos como dores articulares, dores musculares, confusão, fadiga crônica, doenças imunes.

Precisamos auxiliar nossas pacientes a compreender que estudos têm sido realizados para estabelecer ou não a relação entre BII e implantes mamários, e que estes dados científicos não são obtidos na velocidade das mídias sociais.

Importante ouvir e acolher as queixas das pacientes e apresentar as opções seguras e éticas e baseadas em evidência para pacientes que desejam explantes por BII.

Nós cirurgiões plásticos não podemos vender soluções mágicas e desprovidas de ciência. Estas pacientes não são um nicho de mercado, são pacientes com dúvidas e questionamentos peculiares.

Nossa obrigação como médicos é ajudá-las da forma mais ética e transparente possível.

São Paulo, 03 de fevereiro de 2021.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA

Harmonização facial: o que é e por que está tão em alta

By Notícias

Saiba no que consiste o tratamento estético que caiu no gosto das celebridades e os riscos quando há excessos

A harmonização facial é um conjunto de procedimentos que tem como objetivo melhorar o equilíbrio estético da face. Especialistas explicam que, longe de buscar uma padronização, o tratamento tende a valorizar as características de cada um para que o resultado seja natural. A toxina botulínica, o popular Botox, e o preenchimento são as técnicas mais utilizadas nos processos de harmonização. Inclusive, são os procedimentos estéticos não cirúrgicos mais procurados no país, segundo ranking da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. A toxina botulínica consiste em suavizar rugas e sinais de expressão por meio da paralisia controlada da musculatura. Já o preenchimento proporciona volume em determinadas áreas do rosto, preferencialmente por meio da aplicação de ácido hialurônico. Pode ser utilizado, tanto para corrigir flacidez e perda de sustentação, que são processos naturais com o passar dos anos, como para melhorar traços da face. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Dênis Calazans, a rápida recuperação é uma das razões para que as harmonizações faciais estejam tão em alta.

“Ela [harmonização] deve ser empregada com muito cuidado, com muito conhecimento anatômico para que o que seria um simples tratamento acabe se tornando uma grave complicação e muitas vezes com sequelas, e sequelas irreparáveis. Nunca se guie por um tratamento médico por um modismo, e sempre pela assistência de um profissional qualificado. O número de seguidores em mídias sociais ou o número de likes em determinados posts nunca foi atestado de competência profissional”, orienta. O cirurgião plástico alerta, ainda, que, como qualquer tipo de tratamento, há riscos de complicações, como necrose, embolia e infecções. E que, por isso, a recomendação é que seja realizado por médicos, como cirurgiões plásticos ou dermatologistas. Entretanto, profissionais de outras áreas, como biomédicos e farmacêuticos, ambos com especialidade em saúde estética, e cirurgiões-dentistas também estão habilitados pelos conselhos profissionais a realizarem o procedimento. E embora não seja uma técnica cirúrgica, muito cuidado! Excessos podem deformar a aparência. Respeitar as próprias características é fundamental para que se chegue a um resultado natural e harmonioso. Tá Explicado?

Fonte: Jovem Pan – https://jovempan.com.br/videos/programas/ta-explicado/harmonizacao-facial-o-que-e-por-que-esta-tao-em-alta-ta-explicado.html

Aumentou o número de cirurgias plásticas em adolescentes. Será mesmo?

By Notícias

Cirurgia plástica é um assunto que gera muito interesse nas pessoas, por isso, o tema está sempre em voga na imprensa.

Mas, no meio de tanta informação divulgada, é preciso ficar atento, pois nem tudo o que é publicado é verdade. Recentemente, dezenas de publicações divulgaram o aumento no número de cirurgias plásticas em adolescentes, citando inclusive, um aumento de 141% em dez anos e creditando esse dado a SBCP. Mas essa informação não é verdadeira.

Não tem como saber como essa informação surgiu, assim como muitos boatos na internet. Alguém publica uma notícia e outros veículos, sem checar a sua veracidade, replicam e assim se difunde uma fake news. Todas as pesquisas referentes a cirurgia plástica no Brasil, realizadas pela SBCP estão disponíveis e acessíveis a toda a população no site www2.cirurgiaplastica.org.br/pesquisas. No período de 2009 e 2020, a SBCP produziu quatro pesquisas, referentes aos anos de 2007/2008, 2014, 2016 e 2018.

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NOTA À IMPRENSA

By Nota

Considerando o lamentável incidente em procedimento cirúrgico envolvendo a Sra. L.A., ocorrido, segundo informações veiculadas na imprensa, em 24/janeiro/2021, em Juazeiro do Norte-CE, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, manifesta-se com o que segue:

Solidarizamo-nos com a família enlutada.

O entendimento e orientação da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) é pelo fiel cumprimento de normas e critérios científicos que maximizem a segurança do paciente. A Resolução nº 1711/2003 do Conselho Federal de Medicina pontua com clareza os parâmetros técnicos para realização do procedimento cientificamente reconhecido como lipoaspiração, no arsenal de tratamentos da Cirurgia Plástica, enquanto especialidade médica.

Portanto, no contexto relacionado às boas práticas médicas, prezamos pela formação científica, fiscalizações, educação médica continuada, com destaque ao elevado respeito e segurança do paciente.

De mesmo modo é preciso ponderar que não se pode negar a existência de riscos inerente ao exercício da Medicina, já que o médico trabalha com margens de previsibilidade em terreno conjectural. Ainda que todas as regras da lex arts sejam criteriosamente cumpridas dentro da ética e zelo profissional, insucessos podem ocorrer por fatores imprevisíveis que fogem ao controle do médico e da Medicina.

Entretanto, a análise da conduta profissional, dos fenômenos orgânicos da paciente, somados às condições estruturais na realização do procedimento elencado, é que trarão uma razão de juízo acerca de causas e efeitos de cada caso concreto. Para tanto, órgãos e autoridades oficiais, são investidos de poderes na emissão de pareceres técnicos fundamentados.

Tem-se por óbvio que qualquer pré-julgamento acerca de fatos não comprovados, se trata de mera especulação e exploração sensacionalista de um momento delicado como tal. Isto posto a SBCP REPUDIA os termos apresentados pela Sra. Carla Lemos, em matéria intitulada “Morte de Liliane não é caso isolado: lipoaspiração está matando mulheres”, veiculada eletronicamente na coluna “Mulher sem vergonha”, do Universa/UOL, em 24/janeiro/2021 15h31.

Não obstante, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, aguarda o pronunciamento conclusivo dos órgãos oficiais acerca dos fatos, para que possa se manifestar tecnicamente sobre o ocorrido e, agir no âmbito de suas funções.

São Paulo, 25 de janeiro de 2021.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA

SBCP solicita a interdição de consultório de dentista de Santa Catarina

By Notícias

Basta! SBCP solicita a interdição de consultório e instauração de processo ético-profissional contra dentista de Santa Catarina

Por SBCP

A Diretoria da SBCP segue atenta e pronta para novas ações jurídicas contra aqueles que sequer respeitam as resoluções de seus próprios Conselhos (a Resolução 230/2020 do Conselho Federal de Odontologia determinou que dentistas são proibidos de fazer e anunciar procedimentos cirúrgicos alheios à formação superior em Odontologia).

A SBCP judicializou contra o CREFITO-2

By Destaque

Por SBCP

Processo n° 5001427-40.2021.4.02.5101 em curso à 24ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Ação em defesa do ato médico e contra o novo acórdão 20/2020 que dispõe sobre o uso racional de substâncias e/ou medicamentos e procedimentos injetáveis pelo fisioterapeuta.

Seguiremos lutando pela saúde e segurança de cada paciente!

BLOG: Telemedicina e Cirurgia Plástica

By Notícias

A adoção repentina da Telemedicina traz desafios de longo prazo. Especialistas debatem a legislação atual e oferecem dicas para os cirurgiões plásticos

Uma das transformações causadas pela pandemia de Covid-19 foi colocar a telemedicina em outro patamar. De um recurso utilizado de maneira extraoficial pelos médicos, seu uso virou uma necessidade quase que da noite para o dia. O estudo “Telemedicina e cirurgia plástica durante a pandemia: como o cirurgião plástico brasileiro utilizou teleconsultas e teleaulas”, cujo autor principal é o Dr. Rodolfo Costa Lobato com apoio da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da Regional São Paulo, trouxe dados importantes sobre o tema. Os coautores do estudo são os cirurgiões plásticos Dr. Pedro Coltro, Dr. André de saúde. “Ainda que em caráter Cervantes, Dr. Rafael Denadai eDra. Maíra Scapolan.

Realizada entre 15 de junho a 8 de julho com a participação de mais de 900 associados da SBCP, a pesquisa mostrou que 43% dos cirurgiões plásticos brasileiros participantes iniciaram o uso da telemedicina, que a dificuldade para exame físico foi o maior limitante da consulta e que também foi a principal causa para aqueles que optaram por não realizar atendimentos via telemedicina. Quanto ao ensino online, mais de 90% dos cirurgiões plásticos têm assistido aulas à distância e pelo menos 70% pretende manter essa rotina.

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Quem deve fazer harmonização facial? Realmente teve aumento de mais de 200%? Entenda

By Notícias

Harmonização facial é a nova febre em procedimentos estéticos.

De uns meses para cá, várias personalidades exibiram nas redes sociais e na imprensa os resultados do novo visual. Diversas matérias têm sido publicadas na mídia, mas nem todas com informações confiáveis. Em muitas dessas publicações, as fontes que falam sobre harmonização facial não são médicos especialistas. Que profissional deve, afinal, realizar uma harmonização facial?

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